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52º Festival Estoril Lisboa

03 Jul 2026 - 25 Jul 2026
ESTORIL (CASCAIS E ESTORIL), Portugal

Chegou o momento de concluirmos a celebração dos 50 Anos de Festival Estoril Lisboa levando consigo o amor, a fraternidade, a morte e a renovação que aponta para um novo ciclo no qual a celebração do património se associa à diversidade dos nossos dias como gérmen de novos patrimónios. O programa de 2025 citava: “Se a história nos conta o caminho da evolução, é na estreia de novas criações e na encomenda a compositores com visão humanista da história donde o festival faz a ponte com o passado criando património futuro, no qual se confirma não haver renovação sem tradição, do mesmo modo que não existe sabedoria sem conhecimento. Damos, assim, origem a obras de criadores com visão particular sobre o significado da efeméride”. Na primeira, a Natureza é cuidada com a visão de Nuno Côrte-Real aludindo à celebração dos 700 anos da morte de Don Dinis através da Sinfonia “Nature Mortis”, para orquestra soprano e barítono, encomenda em estreia absoluta e criada a partir de excertos de relatórios da ONU sobre o ambiente, passagens do Requiem de Wait Whitman e intervenções do autor. O concerto conclui com a Sinfonia Pastoral, de Beethoven, como um reflexo da obra de Don Dinis. Na segunda, a especial imponência do Panteão Nacional é o cenário de “A Fonte dos amores”, poema abstracto em volta da Morte, da Vida e do Amor, símbolos que identificam a história de Pedro e Inês 700 anos depois da fonte nascer em 1326 por vontade da Rainha Stª. Isabel; lembrança de um amor eterno português para o homem de hoje…; Estreia de uma encomenda a Pedro Lima, em que electrónica, episódios da história da música e expressão corporal se entrelaçam. O percurso do festival começa na Sinfonia nº. 6, Trágica, de Gustav Mahler, numa versão de Klaus Simon para grupo de câmara, pelo Ensemble Darcos O Renascimento e o Barroco estão representados por três dos maiores intérpretes de gerações diferentes: Thomas Dunford na tiorba, toca Dowland, Beatles e Dunford; Andrea Marcon, órgão e a “Herança de Frescobaldi”, e José Miguel Moreno na sua guitarra barroca. Antón Cortés, jovem e excelso pianista de flamenco, tem no festival o seu primeiro contacto com Portugal. A celebração ganha um último impulso com o simbolismo universal da 9ª Sinfonia de Beethoven e um elenco integralmente português; a música coral norte-americana comemora os 250 anos da independência dos EU com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, enquanto António Rosado homenageia Ravel e Satie nos seus centenários. O improvável duo Piano & Sand, em “New Moon”, nos dá um espectáculo de arte com areia criado durante a execução em piano de obras de diversos compositores do século XX. Com o organista Elias Praxmarer e a Capella de São Vicente encerramos a efeméride num Concerto de Natal na Igreja de São Vicente de Fora. Abertura e conclusão em 2026: dois extraordinários monumentos do património de Lisboa. Continuamos…                                                       

Practical info

Pricerange per day

10 to 25 euro

Accommodation

Partner hotel

Food

Resto

Main target group

Under 12 y/o

Directions & transport

Train/tram/bus

Surroundings

City center , Suburbs , Village

Average attendence per day

Under 500 attendees

Art disciplines

Music , Classical Music

Support for disabled people

Yes